Casos de uso

O Deep Agents foi desenhado para organizações que precisam usar IA sobre informação sensível — sem abrir mão de saber quem usou, com que fonte e a que custo.

Setor público

Processos, contratos, licitações e pareceres não podem sair do perímetro da instituição. A análise de sensibilidade decide o que pode ser processado fora da infraestrutura nacional; o restante permanece no seu ambiente, com a fonte de cada resposta registrada e o custo de cada execução visível por área.

Consulta à base de licitações

Controladoria

Resumo de processo administrativo

Procuradoria

Classificação de documentos em lote

Secretaria-Geral

Minuta de parecer técnico

Procuradoria

Extração de dados de contratos

Compras

Exemplos ilustrativos de execução, os mesmos que aparecem na trilha de auditoria da página inicial. Não representam clientes.

Empresas

Operações que já têm base de conhecimento, sistemas internos e volume suficiente para que o custo e a qualidade das respostas precisem ser acompanhados.

Atendimento interno

Respostas, triagem e execução assistida para operações de suporte.

Análise de documentos

Extração de contexto, classificação de arquivos e leitura técnica com rastreabilidade.

Conexão a sistemas internos

ERPs, CRMs, bases legadas e APIs sem perder governança operacional.

Workflows multiagentes

Agentes especializados coordenados em fluxos encadeados para tarefas complexas.

Bases de conhecimento com RAG

Documentos, memória operacional e recuperação contextual em tempo real.

Monitoramento e avaliação

Qualidade, segurança e evolução das respostas com observabilidade nativa.

O que essas operações têm em comum

  • A informação é sensível e não pode circular entre ferramentas sem controle, contrato e salvaguardas claras.
  • Alguém precisa responder quem usou a IA, quais fontes foram consultadas e como cada resposta foi produzida.
  • O orçamento precisa ser previsível e controlável por setor, usuário ou agente.

Ver como a plataforma resolve cada uma dessas barreiras

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